O setor financeiro passou a operar sob um novo baseline regulatório de cibersegurança. Com as Resoluções CMN nº 5.274/2025 e BCB nº 538/2025, o Banco Central passa a exigir mais do que políticas formais: exige evidência técnica, rastreabilidade e efetividade operacional.
Nesse cenário, não basta demonstrar intenção de conformidade. É preciso responder com consistência técnica, capacidade de análise e evidências concretas de que os controles foram testados.
Sim. O Pentest é uma iniciativa importante para apoiar a conformidade com requisitos regulatórios e boas práticas de segurança, como PCI DSS e exigências aplicáveis ao setor financeiro. Além de identificar vulnerabilidades, ele gera evidências técnicas que ajudam a demonstrar maturidade, controle e rastreabilidade.
No caso de fintechs, o Pentest costuma ter foco maior em aplicações, APIs, fluxos transacionais e superfícies críticas expostas ao negócio. Isso torna a análise mais aderente aos riscos reais de operação, fraude, indisponibilidade e exposição de dados.
O scan de vulnerabilidades é um processo automatizado que identifica falhas conhecidas em sistemas, redes e aplicações. Já o Pentest vai além: ele valida, na prática, se essas brechas podem ser exploradas para obtenção de acesso, movimentação lateral, escalonamento de privilégio ou impacto real no ambiente. Em outras palavras, o scan aponta possíveis falhas; o Pentest testa a exploração dessas falhas em um cenário controlado.
Os dois. Um Pentest consistente combina ferramentas automatizadas com análise manual especializada. As ferramentas ajudam no mapeamento inicial e na identificação de indícios técnicos, enquanto a etapa manual permite validar exploração, contexto, impacto e encadeamento de vulnerabilidades com muito mais profundidade.
Em média, cerca de 30 dias. Esse prazo pode variar conforme o escopo, a complexidade do ambiente e o volume de ativos analisados.
O entregável do Pentest é composto por relatórios com testes realizados, achados e evidências. São entregues dois materiais: um relatório técnico, direcionado ao time de TI e segurança, e um relatório executivo, voltado à diretoria, gestão ou board. Isso facilita tanto a análise operacional quanto a comunicação estratégica dos riscos e prioridades. Esse modelo conversa diretamente com a proposta da Prosec de dar visibilidade ao analista e apoiar a justificativa técnica perante a gestão.
Sim, esse apoio pode ser contratado à parte. Após a identificação das vulnerabilidades, a Prolinx pode atuar no suporte às correções e no direcionamento das ações necessárias para reduzir a exposição do ambiente.